quarta-feira, 16 de abril de 2014

MARICÁ É UM EXEMPLO

 
O Brasil tem hoje mais de cinco mil municípios espalhados por seu território e a grande maioria deles não possui os requisitos mínimos para  sua independência político-administrativa, sobrevivendo  graças aos repasses federais. Sua multiplicação desenfreada é fruto de uma política equivocada que demorou a ser interrompida e que, recentemente, essa intrépida classe corrompida desde a alma tentou reeditar, mas sem êxito por enquanto. O resultado desse enorme erro foi um gigantesco aumento das despesas federais de sustento e uma irrefreável farra política.
Se olharmos atentamente para os países de primeiro mundo e para aqueles cuja tradição de origem aponta para comportamentos éticos e valores morais mais sólidos, veremos que seu sucesso, no tocante aos índices de qualidade de vida e estrutura social, reside na escolha de modelos mais conservadores no desenvolvimento dos tecidos urbano e demográfico de suas cidades. Qualquer viajante pode atestar isso, bastando deslocar-se entre as cidades da Europa, por exemplo; é fácil perceber quando nos aproximamos de um novo destino pelo simples avistar de sinais urbanos como construções mais próximas, placas, o campanário de uma igreja ao longe a indicar a região central... Em todas elas percebe-se que não são gigantes e nem apresentam enorme densidade populacional. Pelo contrário, a média das grandes cidades pouco ultrapassa a casa do milhão de habitantes e as de menor porte ficam na casa dos milhares, coisa de 50 a 150 mil quando muito. Trata-se de um modelo racional de ocupação que sempre se estabelece em torno de atividades comerciais, agrícolas ou industriais, mas que promovem e mantém seu desenvolvimento de forma ordenada. Até mesmo as grandes metrópoles mantém essa filosofia, com raras distorções surgidas onde houve um crescimento mais exacerbado que culminou nas megalópoles, onde a manutenção desses propósitos é mais difícil e gera distorções nos padrões desejados.
Não tenho aqui a pretensão de aprofundar essa abordagem e tratar em detalhes as megacidades tipo São Paulo, Cidade do México, Nova Délhi, Shangai, New York ou Tóquio, ou abordar suas peculiaridades. A citação serve apenas como pano de fundo para referenciar o tema que desejo tratar aqui.
Maricá possui todos os ingredientes possíveis para ser uma cidade esplendorosa, exuberante em suas riquezas naturais, modelar em seu tecido urbano e insuperável em qualidade de vida. É um município de grande extensão territorial, encontra-se a poucos quilômetros da segunda maior cidade do país – Rio de Janeiro – e com outro grande centro a meio caminho – Niterói – e ainda apresenta uma concentração populacional passível de ser ordenada civilizadamente. Afinal, com pouco mais de 120 mil habitantes entre residentes e flutuantes, Maricá ainda poderia ver realizar sua vocação de exceção nesse país tão disforme, social, econômica e culturalmente falando.
Desgraçadamente, no entanto, uma interminável sucessão de administradores públicos fracos, mal intencionados, desprovidos de visão estrutural, corruptos ou simplesmente a soma de tudo isso, tem condenado Maricá a uma lenta, gradual e quase inexorável destruição de seu possível futuro, enquanto torna o presente um exercício de tolerância, sofrimento e indignação para quem vive em seus limites geográficos por origem ou escolha.
À semelhança de tantas outras cidades – e apesar de todos os vetores que lhe permitiriam a diferença – brasileiras e, em especial, de nosso Estado, Maricá assiste passivamente a um acelerado processo de favelização que se faz acompanhar, como sempre, de uma aguda deterioração do meio ambiente pela criminosa falta de planejamento sanitário, pelo desrespeito à propriedade privada e todas as outras distorções de cunho social e humano que acompanham esse processo capitaneado por interesses políticos escusos, leniência dos poderes e arcabouço legal tíbio.
Não bastasse essa questão da falência de uma pretensa política habitacional jamais implementada, seja no âmbito federal, estadual ou municipal, a má qualidade dos quadros político-administrativos do município conduz a uma interminável série de equívocos: desordem urbana, ausência de planejamento no uso dos recursos, corrupção quase que endêmica e baixos índices de desenvolvimento.
Durante algum tempo foi verdadeiro afirmar que por falta de recursos econômicos Maricá seguia estagnada, sem perspectivas reais de crescimento ordenado, mas há muito esse panorama desapareceu do cenário maricaense e, pelo contrário, os últimos dirigentes da cidade poderiam projetar um futuro sem paralelos, com a garantia dos royalties advindos da exploração de petróleo no litoral fluminense.
O que impede Maricá de ser um exemplo de ordenamento urbano, se não nos falta espaço físico? Porquê não há um plano diretor sanitário desenhado para execução sem hiatos de continuidade de natureza política de qualquer sorte? Porquê a Câmara Municipal não cumpre seu papel de balizar as ações do Executivo e fazê-lo seguir suas diretrizes? Que barreiras poderiam existir para a cidade não oferecer aos seus habitantes serviços públicos de qualidade – limpeza, educação, saúde, transporte e segurança, apenas para ficar no modelo de estado mínimo – e uma rotina de manutenção do conjunto de equipamento urbano compatível com a arrecadação?
Claro que todas essas respostas são fáceis e sobejamente conhecidas pela camada pensante da nossa sociedade. É evidente que não podemos ser ingênuos a ponto de desprezar a nossa realidade, nossa triste constatação do tecido social brasileiro puído. Não é isso.
A revolta, a indignação que nos corrói rotineiramente se alimenta do fato de podermos mudar em pouco tempo essa realidade em nosso quintal e nada ser feito! Não há reação, não há movimentos que venham levantar de forma séria e coordenada as exigências óbvias para a mudança ter lugar! Uma sociedade se torna responsável por seu destino quando deixa transparente o que deseja de seus líderes e os depõe quando estes não atendem suas demandas. É a sociedade, a porção formadora de opinião e desígnios desta sociedade, quem determina o caminho a seguir, não sua camada inerme. Até quando ficaremos assistindo ao caos sem reação?
Maricá é um exemplo. Pena que somente mais um mau exemplo, mais uma vocação perdida pela leniência coletiva, pela acomodação preguiçosa, pelo comportamento umbilical de seus indivíduos em todas as classes e em todos os setores.
Ando pelas ruas, praias, lagoas, montanhas e trilhas desta cidade abençoada pela natureza e ao mesmo tempo amaldiçoada por seus políticos e eleitores com o coração apertado, sangrando.
Meu olhar percebe o que talvez outros não consigam, não queiram ou simplesmente não se lhes importe ver.
Minha visão de uma Maricá excepcional me faz sorrir internamente e chorar sem esperanças de vivê-la.
Minha tristeza é por ter a mais absoluta convicção de que  seria possível,  real e verdadeiro um dia  poder afirmar orgulhosamente: Maricá é um exemplo.

domingo, 23 de março de 2014

ATOLADO EM MENTIRAS, MEIAS-VERDADES E FALÊNCIA MORAL, O BRASIL AGONIZA


Há poucos dias um dos arautos da tragicomédia petista publicou um texto atribuído àquele apedeuta sabidamente incapaz de escrever e ali desenhava-se mais uma das versões do "conto do sonho colorido" com que a quadrilha de plantão no planalto central busca a eternidade palaciana. 
 
Até aqui, é preciso admitir, a estratégia da mentira repetida à exaustão e replicada pela militância zumbi tem dado certo e os mais de 70% de analfabetos vêm sendo alimentados nessa padaria, mas já se pode notar claramente que o barco faz água, tantas são as ratazanas nos porões.
 
Nem vamos aqui discorrer sobre a falência moral maior que foi a virada do mensalão através dos togados do rei, ali colocados com esta missão. No quesito moral há mais falências espalhadas pelo tecido social brasileiro e estas muito mais danosas, porquanto entranhadas no cotidiano e por isso mesmo não percebidas; revelam-se na música, nos costumes, no idioma, no mau uso das liberdades individuais - as poucas que nos restam - e nas relações interpessoais diárias. Trata-se de uma enorme tragédia só reversível pela educação, o que nos deixa hoje sem perspectivas de resgate próximo.
 
Voltando, então, ao ponto inicial, o pseudo artigo afirma ser o Brasil, construído nessa última década - quase doze anos, de fato - sob a dinastia petista, um país que surpreende o mundo com suas conquistas, líder em diversas áreas e com exponencial crescimento.
 
Ora, tirante alguns poucos insumos agrícolas e minerais exportados "in natura" e importados de volta depois de beneficiados no mundo industrializado, somos reconhecidamente líderes apenas na corrupção endêmica e na legislação criminal tíbia. Só para efeito de desmontagem da farsa, pode-se afirmar que NÃO somos o maior produtor mundial de soja (são os EUA, com 88 milhões de toneladas X 82 milhões de toneladas do Brasil em 2013, enquanto a India domina a produção de óleo de soja), mas somos, sim, de café (apenas no grão do tipo arábica, de qualidade inferior) e também grandes em açúcar derivado da cana (que hoje, graças à produção de etanol, importamos), em suco de laranja (uma exceção da iniciativa privada) e em minérios, todos exportados sem beneficiamento para retornarem industrializados (a exceção, aqui, são os aços planos).

As mentiras e a manipulação de dados, sempre em profusão, são facilmente desmascaradas por simples consulta às publicações do IBGE e de outros organismos internacionais idôneos.
 
Dizer que somos produtores de automóveis, máquinas e equipamentos é, no mínimo, uma meia-verdade; somos meros montadores, como tantos outros, sem patentes e sem plantas de desenvolvimento próprio, salvo alguma coisa da Embraer pós-privatização. 
 
O PIB dobrou, é fato, mas o custo foi triplicar a Dívida Interna - já ultrapassa o TRILHÃO DE DÓLARES - e afundar o país em um nó górdio de gargalos estruturais que nos faz perder mais de um terço da produção agrícola nas estradas graças ao desprezo à cabotagem e às vias férreas sucateadas ou não implantadas.
 
Ah!, mas a propaganda oficial, que só difere das Venezuelas e Cubas da vida por ainda não espalharem gigantescas imagens da Anta ou do Molusco por todos os lados (e olha que até tentaram produzir uma lenda com o filmete meia-boca do Barretinho), pinta um cenário de paraíso na terra! Brasil Carinhoso, Minha Casa Minha Vida, Bolsas do diabo a quatro, O desafio é a nossa energia, Minha Casa Melhor, tudo ilha da fantasia quando se constatam os desvios de verba, as casas rachando antes do uso, a inadimplência galopante no crédito farto para consumo idem sem contrapartida nas linhas de produção, a Petrobrás sangrando, a Vale aparelhada e encolhendo e muito mais do mesmo fracasso oculto atrás da peneira.
 
Uma Copa de Mundo ao custo das três últimas copas somadas e Jogos Olímpicos que nos envergonharão mundialmente tanto pelos custos quanto pelos constrangimentos de não ter sido feito sequer metade do apregoado legado dos jogos. Enquanto isso, a FIFA  divulga o maior lucro de sua história - R$ 3,2 bilhões, com R$ 163 milhões de lucro líquido - com essa copa que nem aconteceu e ainda dará muito pano prá manga até acabar. Mais tarde iremos saber o tamanho do rombo olímpico e conviver com esqueletos e ruínas por bom tempo...
 
Os indicadores de desenvolvimento social nos colocam entre os piores do planeta, por mais que a petralhada diga que há uma nova classe média pujante com sua renda um centavo acima do meio salário mínimo (!!!). A saúde é uma hecatombe de proporção bíblica: o Brasil patina ainda hoje em questões sanitárias que o mundo resolveu no século XIX! Menos da metade dos domicílios brasileiros é atendida por água e esgoto tratados; mais de 70% de nossos cursos d'água e mananciais estão contaminados por despejo direto de dejetos, lixo e química.
 
Com eleições à vista, há uma intensa guerrilha de informação e contra-informação nos meios de comunicação, especialmente no mundo virtual, na rede. 
 
Essa é uma guerra diferente e nela o caminho da retomada do nosso país repousa no pior dos inimigos da petralhada e seus acólitos: A VERDADE. 
 
É na massificação da verdade que iremos desmontar a farsa petista.
 
A VERDADE É REVOLUCIONÁRIA!  *


(*)  “A verdade é revolucionária!” foi uma expressão muito instigante cunhada pelo jornalista Políbio Braga em seu vídeo comentário que vale a pena ver e ouvir. 

https://www.youtube.com/watch?v=rRWzlySlUQc

    

sábado, 22 de fevereiro de 2014

O PALANQUEIRO, A INEPTA E O ANACRONISMO IDEOLÓGICO: A FALIMENTAR RECEITA DO ATRASO

 


Por quase vinte anos foram apenas estilingue atacando vidraças. Papel mais do que confortável e que nada exige além do palanque e da disposição atávica para a calúnia, a mentira e a estupidez ideológica que seduzem massas incultas e intelectuais de fachada. 
 
Resultado de conjunturas favoráveis e breve momento de hesitação política daqueles que, apesar das pedras atiradas, lograram dar um equilíbrio institucional, econômico e fiscal ao país, eis que o poder lhes chegou às mãos.
 
Tragédia anunciada, em que pese o aparente surf inicial de bonança, a vocação para o atraso, para o erro, para o despudor com a coisa pública e para os desvios de conduta logo se fez notar com os primeiros pecados.
 
A maciça ignorância coletiva somada à plena cooptação financeira da mídia nacional fez com que passassem despercebidos todos os sinais claros de que ali plantava-se no país o alicerce das falências estrutural, moral, econômica, cultural, política, social e tantas outras que nos saltam aos olhos. 
 
Assim, enquanto o mundo se divertia com as peripécias de um mico leão dourado a quem se referiam sarcasticamente como "interessante" ou "o cara", aqui se noticiavam factoides de seu estrondoso sucesso pelo mundo. Foram mais horas de voo que qualquer piloto regular de rota internacional.
 
Resultados? Só mesmo as alianças espúrias com nações africanas e latino-americanas de quinta categoria, ditadores idem e empreiteiras de toda sorte. Era o plantio do amanhã, a estratégia para a perpetuação do poder e o acúmulo de riquezas individuais e coletivas que se desenhava realidade.
 
Máquina à disposição, findo o segundo reinado faz-se de um poste a inepta rainha - a mãe dos tolos - e a farsa segue como ópera bufa. Já são quase doze anos perdidos, mais de uma década desperdiçada por equívocos, malversação de recursos, gritante incompetência administrativa espalhada pelo aparelhamento estatal mais escandaloso que o país já sofreu e a costumeira letargia alienada - o "laisser faire, laisser passer" -  de uma sociedade despolitizada, desarmada e acima de tudo preguiçosa.
 
A inepta, ao contrário do palanqueiro, não domina a arte da prestigitação. Seus atos e palavras transparecem fragilidade, apesar da capa de fios de ouro costurada pelos marqueteiros de plantão e, assim como o rei, a rainha mostra-se cada vez mais nua.
 
Diante dos discursos vazios, da propaganda falaciosa e das promessas mirabolantes, a crueza dos números desmente a fantasia sem dó.
 
Outrora uma das três irmãs, a gigante do petróleo, foi jogada para a décima oitava posição pelo constante e irresponsável uso político e já revela rachaduras no casco.
 
Um dos mais competentes executivos do mundo foi substituído apenas pela recusa em servir de escada para os caprichos da corte, apesar de multiplicar cinco vezes os resultados da segunda maior empresa de mineração do mundo; os resultados sob a nova direção nem de longe se aproximam dos anteriores, pelo contrário, definham. 
 
O banco que não dá satisfação a ninguém por que estatal e plenamente controlado pela corja instalada no planalto central, virou uma bolha prestes a explodir,  apresentando uma alavancagem de quase 18 (dezoito) vezes seu volume de depósitos! Só para informar, considera-se o limite de 5 (cinco) vezes aceitável e 9 (nove) vezes um grande risco de quebra... 
 
Os investimentos em infraestrutura são  enormes..., mas em Cuba. A rainha desnuda financia despudoradamente a ditadura castrista através do acordo para a doutrina vermelha no interior do país - disfarçado de programa médico com seus enfermeiros militantes - que nos põe na contramão do regime democrático de direito, rasga documentos firmados contra o trabalho escravo e, de quebra, também ignora a própria constituição, mas isso já é quase uma rotina para o séquito petista. Tudo pelos eternos fins: fazer de um país continental a extensão daquela ilha fétida que lhes merece incompreensível idolatria. 
 
Pelo custo da soma das três últimas, a Copa dos elefantes inúteis, dos bilhões torrados e das obras meia-boca irá nos expor ainda mais ao ridículo de tal forma que quase torço para a segunda derrota em casa, embora isto seja improvável, posto que tudo já foi pago.
 
Nélson Mota, tricolor de boa cepa e dono de algumas das mais brilhantes páginas da música brasileira escreveu as linhas que a seguir quero citar por serem tão lindas e definitivas quanto verdadeiras: 
"Nada do que foi será do jeito que já foi um dia; tudo passa, tudo sempre passará." 
 
É exatamente por saber que nada é mais permanente que a mudança, que ainda acredito ser possível expurgar essa ideologia anacrônica que nos manieta a vida, exportar o palanqueiro, a inepta e seus acólitos para Cuba, Venezuela, Bolívia, Sudão ou similares e replanejar o Brasil. 
 
Sonho? Talvez, mas como disse John Lennon: "If you loose your dreams, you're dead." (Se você perder seus sonhos, você está morto). 
 
Que cada lúcido levante sua voz, que cada homem de bem demonstre sua indignação e desperte os hipnotizados próximos, que cada liberal ilumine o caminho daqueles sob o jugo da mentira socialista e um ciclo de prosperidade inundará nosso país. 
 
A história da humanidade não mente. Estude e comprove.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

NUNCA ANTES NA HISTÓRIA DESTE PAÍS HOUVE UMA DÉCADA MAIS PERDIDA! INCOMPETÊNCIA, MÁ-FÉ, IGNORÂNCIA E MUITO DESCALABRO, ISSO É O PT DAS IDEOLOGIAS JURÁSSICAS.

Perder as oportunidades de crescer,  desenvolver-se de forma sustentável e  assumir papéis relevantes no cenário mundial já faz parte da "psique du role" brasileira, mas desde que o PT chegou ao Palácio do Planalto a maionese desandou de vez. 

Não estamos apenas diante de mais uma década perdida; estamos sim na mais ampla, profunda e retumbante década perdida de todos os tempos! Com os mandatos do Apedeuta e, agora, com o derradeiro ano do Poste que lhe aquece o trono, o Brasil alcança números quase inacreditáveis de tão alarmantes.

Com a dupla dinâmica e seus seguidores, o país tem hoje uma Dívida Pública da ordem de 2,023 TRILHÕES DE REAIS, sem que esse número represente minimamente progressos estruturais ou culturais. Pelo contrário, continuamos patinando, chafurdando em índices pífios no IDH ou em qualquer outro critério sério de avaliação.

No período em questão, a despeito das loas dos economistas de fantoche e acólitos da chapa branca cantando em prosa e verso o sucesso das pseudo políticas do pleno emprego, o IBGE demonstra inequivocamente o absoluto fracasso desse desenvolvimentismo lulista: são 61 MILHÕES fora da força de trabalho e, mesmo descartando os abaixo de 18 e acima de 60, são 38,5% da população em idade para o trabalho que não tem qualquer ocupação e tampouco busca emprego, talvez estimulada pelos diversos programas de distribuição de dinheiro sem exigência de contrapartida ou porta de saída da boquinha...

O quadro fica ainda mais feio quando se entende que dois terços dos que estão fora das estatísticas de desemprego é de mulheres e 55% não tem sequer o fundamental completo! 

É fato que algumas características ruins da sociedade brasileira não cabem na cuia de culpas do famigerado partido vermelho, mas também não há qualquer dúvida de que a anomia que reveste nosso país desde sempre foi potencializada pela absoluta falta de compromisso dos políticos petistas com valores morais ou  escrúpulos de modo geral. 

Na verdade é difícil avaliar até que ponto os "cumpanheros" sofrem de incompetência crônica, agem de má-fé ou são simplesmente corruptos na essência, tamanha é a quantidade de fatos e dados a depor contra quase todos, a começar pelo nefasto líder da brigada brancaleônica.

Com o PT o Brasil perdoou centenas de milhares de dólares de dívidas de nações africanas - algumas entre as mais sórdidas ditaduras do planeta - e investiu mais de UM BILHĀO DE DÓLARES em Cuba, talvez a mais cretina das ditaduras comunistas do mundo e idolatrada pela esquerda caviar que deveria mudar-se para aquela ilha decadente. 

Com o PT, tornamo-nos aliados das piores escórias e cada dia mais nos tornamos uma república de bananas. 

Não fosse o Brasil tão rico, tão grande e tão abençoado pela natureza, certamente já estaríamos arruinados como alguns bolivarianos parceiros de primeira hora e os arautos do Foro de São Paulo.

Esse câncer nascido do ventre sindical pretende perpetuar-se no poder, os petistas têm planos para mais vinte anos. 

Socorro! 

Com mais duas décadas dessa corja tão inepta para o trabalho quanto vocacionada para as politicagens, o Brasil ficará insolúvel por mais três ou quatro gerações. É muito.

A falácia da chegada do operário -  mentiroso, fraudulento e preguiçoso - ao mais alto posto da República só encontra parâmetro no retrato de pura ficção com que a propaganda oficial, a maior verba do mercado publicitário, tenta pintar o país para os olhos dos ingênuos.

A esperança venceu o medo, diziam os tolos. O tempo rapidamente mostrou que o medo era real e justificado, pois a melhor forma de antever o futuro é estudando o passado e isso era fácil de perceber com o Apedeuta.

Somos hoje um país de analfabetos, comandado por um boçal orgulhoso de sua ignorância galopante, mas ladino como poucos. Um povo que tudo aceita em sua letárgica hipnose coletiva. 

Assistimos passivamente à desconstrução daqueles pilares que há pouco insinuavam um futuro melhor e permitimos que o país fosse transformado em filial cubana, quintal de bandidinhos, guerrilheiros anistiados, falsos militantes e outros lixos do gênero. 

Até quando? 


quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

2014 JÁ ACABOU. FELIZ 2015?

 

Mal começou o ano e tem-se a sensação de que tudo já chega ao fim, de que estamos, na verdade, às vésperas de outro ano novo.
 
Pode até parecer loucura (sob licença de Lulu Santos...), mas saiba que loucura não é; afinal, anos brasileiros só costumam ter início após o Carnaval. Em se tratando de ano com Copa do Mundo de Futebol então...só depois da Copa.
 
Agora imaginemos os cenários: se ganhamos a Copa, outro Carnaval; se perdemos, um velório sem fim e com o agravante de, desta feita, as carpideiras serem os candidatos oportunistas (desculpem o pleonasmo), embora os otários sejam, como sempre são, os mesmos.  
 
Ih! Esqueci de mencionar. É ano eleitoral também! Pois é, tem as campanhas e suas várias modalidades de "financiamentos", tem horário humorístico obrigatório nas televisões, tem as várias versões de "True Lies" com diferentes atores e produções muito parecidas, tem a imprensa toda manietada pelas verbas publicitárias governamentais fazendo o jogo da chapa branca e, claro, tem as redes sociais bombando sem dó.
 
Ah! Quase me escapava! Tem, com toda a certeza, muita gente gritando nas ruas. Milhares, milhões de pessoas - é curioso perceber como é gigantesca a insatisfação com tudo isso que aí está, com essa geléia petista de mau caratismo e sua bandidagem acólita - em todas as capitais do país a protestar contra quase tudo, com ou sem essa excrescência chamada "black block", com ou sem quebradeiras, mas certamente com bandidinhos a saquear estabelecimentos, sem que a grande mídia (leia-se Plim-Plim) modifique uma vírgula sequer nas pesquisas publicadas ou aborde a ostensiva repulsa da sociedade com a farsa lulo-petista e seu poste novamente candidato. 
 
Chega a ser engraçado ver nessas horas como são discrepantes os números diante de imagens quase replicadas. Na mesma foto da avenida em que são contabilizadas milhões de pessoas (quando foliões, por exemplo), apenas poucas centenas ou míseros milhares são calculadas quando o tema é o protesto da sociedade. Métodos matemáticos mutantes, talvez. Manipulação grosseira, com certeza. Sempre a serviço da fonte pagadora...
 
Agora voltemos ao início, retornemos ao tema que nos inspira aqui. 
 
O que será de 2014? 
 
Sim, a pergunta ė pertinente, totalmente atual e sintonizada com o cenário sócio-político-econômico e, por que não dizer, esportivo que nos aguarda. 
 
O Brasil despenca em toda e qualquer avaliação séria dos indicadores da educação, da infraestrutura (seja ela  rodoviária, aeroportuária, industrial, sanitária, prisional ou policial), da balança comercial, da economia, da produção científica (patentes, por favor) ou mesmo das artes. 
 
Nosso arcabouço jurídico privilegia um marginal - coitadinho dele -   em detrimento do cidadão, por ser sempre contaminado, na origem ou na aplicação, por um viés assistencialista que entende poder interpretar leis - e até mesmo deturpá-las - em nome de uma pseudo justiça social. 
 
Os poderes constituídos - as forças policiais, os governos e os órgãos reguladores - atuam em defesa do Estado  contra o cidadão, quando essencialmente seu papel, considerando que vivamos uma democracia e não um declarado estado comunista bolivariano ou cubano, seria servir, defender e proteger o cidadão e, por extensão, garantir sua propriedade na cidade formal. 
 
O que vemos, no entanto, é a proliferação dos MSTs e afins, a multiplicação espantosa de povos indígenas, quilombolas e outras minorias graças à auto declaração (esse milagre que faz de qualquer laranja um lídimo representante de  etnias), a invasão/destruição de propriedades (produtivas ou improdutivas, pouco importa) particulares e estatais sob o beneplácito das autoridades, quando não por elas patrocinadas. 
 
O que temos, onde quer se pouse o olhar, ė uma expansão sem controle das favelas - que hoje atendem pela alcunha politicamente correta de "comunidades" e representam fabulosos feudos políticos - e de suas mazelas a estrangular a cidade formal contribuinte e a desvalorizar bens, isso sem contar o submundo criminoso que delas se vale como escudo para suas atividades hoje, com as tais UPPs, operando sob nova gerência, mais discreta.
 
Vivemos em um ambiente sadomasoquista onde concessionários de serviços que deveriam ser prestados com qualidade não o fazem e não respondem por suas faltas.
 
Há poucos dias, os responsáveis por distribuição de energia afirmaram que as favelas têm mais de 70% (isso mesmo, setenta!) de roubo sobre o total do consumo através dos "gatos", praticamente todos visíveis a olho nu em qualquer aglomerado sub-normal (como se classificam as favelas no dialeto dos censos...) e nada se faz a respeito nem se cobra soluções.
 
Bobagem, não ė? Os contribuintes, aquela massa que trabalha cinco meses por ano só para sustentar a vagabundagem de várias espėcies, estão aí para isso mesmo.
 
Declarações planaltinas criam uma realidade paralela maravilhosa: é o mundo encantado do PT, um país fictício onde tudo é perfeito, funciona e está melhor a cada dia e só a crueldade psicológica das elites oposicionistas não quer aceitar a verdade carimbada.
 
Êpa! Falei elites? Quem são? O que fazem?
 
Peraí. Essa corja que voa pela FAB no 0800, que só bebe destilados escoceses 25 anos ou vinhos da mais alta cepa e carbura charutos cubanos fornecidos pelo sócio zumbi; essa classe que tem parte residindo na Papuda ou em regimes restritos e se diz presa política em um país por eles comandado e parte dando consultoria por aí às custas de empresas e empresários donos de contratos nebulosos é o quê?
 
Trabalhadores, massa operária, gente simples, eles não são há décadas e muitos jamais o foram. Então quem são os integrantes dessas "zelites" tão perniciosas? Mistério da esquerda caviar...
 
Ufa! Você, meu leitor solitário, já até imaginava que este articulista ia se perdendo em devaneios fora do assunto inicial, mas creia nobre amigo, nada mais distante da verdade.
 
Os desvios apenas sustentam o argumento central, esse caos que consome o país e nos condena mais uma vez - quando imaginávamos ser possível caminhar rumo a um futuro melhor após o fortalecimento das instituições e longo período de estabilidade da moeda - a vivenciar outra década perdida sob o patrocínio dessa ideologia retrógada da esquerda que representa a mais absoluta vanguarda do retrocesso!
 
Acorda Brasil! 
 
Se você sabe ler, entende números e contextos e pensa, então já se deu conta de que há mais descontentes do que satisfeitos. 
 
O que está faltando para exorcizar essa sopa de letrinhas capitaneada pelo partido de plantão e fazer de 2014 um ano útil? 
 
Falta agir mais!
 
Falta gritar mais e sem tréguas! 

Falta convocar todos e refazer esse país!

Você já começou a mudar suas atitudes?

domingo, 1 de dezembro de 2013

PINÓQUIO ERA UM RELES AMADOR...

Há poucos dias, um informe publicitário (eufemismo político-jornalístico para anúncio, propaganda, reclame, etc..) de página inteira no maior jornal do país - O Globo, 27/11, Caderno Especial/Desafios do Rio - chamou-me a atenção pela extemporaneidade, pelo inusitado conteúdo e, mais que tudo, pela origem. 
 
Não que se possa considerar surpresa uma obra de ficção advinda das mentes inventivas petistas, ou que seja novo o grasnar inverossímel do execrável alcaide maricaense. 
Pelo contrário.

Já são tantos e tão ricos em detalhes os episódios de prestigitação política da quadrilha petista e seus baluartes, que quase nada mais nos surpreende, mas que o crescimento dessa compulsão irrefreável pela mentira torna-se uma questão patológica - com trocadilho, sim, por favor - é inegável.
 
Criada provavelmente para ser a "piece de resistance", a cereja do bolo na celebração de sua vitória de pirro (ou seria melhor chamar de compra?) no PED, a publicidade foi de fazer corar a cara de pau de Pinóquio.
 
Vá lá que as fábulas petistas são bem conhecidas; vá lá que o açodamento do comando vermelho para fazer crer que o país só existe depois deles e blá, blá, blá, seja tão lugar comum que nem desperte mais nossa atenção; vá lá, ainda, que seja público e notório que a propaganda petista cria um país inexistente na vida real, um paraíso somente negado pelas "zelites" usurpadoras. Tudo isso é sabido e até tolerado de tão ridículo, mas desta vez a coisa foi de amargar, pois nem mesmo houve uma preocupação de elaborar minimamente as fantasias publicadas. 
 
Foi descaradamente acintosa a seleção dos contos de vigário ali elencados sem qualquer cuidado que pudesse ao menos sugerir algum viés de realidade na coisa. Tudo agravado pela construção de textos pseudo-explicativos absolutamente vazios. Um absurdo conto do sonho colorido,  embora sem imagens, que nem de longe sugerem algo visível no município. Até mesmo o natimorto "resort" dos tempos de Ricardo Queiroz - aquele do trem da alegria à Espanha - foi resgatado do nada!
 
Às vezes me pergunto se não haverá limites para essa turma... 
 
Sim, porque em uma cidade que assiste diariamente ao festival de calamidades de um hospital municipal que mais parece um curtume de quinta categoria ou um matadouro ilegal, não é crível um projeto de VLT atravessando sua área metropolitana e sendo estendido até Niterói.  Isso é bem mais que delírio.

Em uma cidade que já invadiu e favelizou um leito de ferrovia, devaneia-se a implantação do bonde desde o Flamengo até a rua 13. Seria fabuloso se factível em um  município que carece de tudo, rigorosamente tudo, que possa caracterizar uma cidade em evolução. Isso é tão irresponsável que beira a insanidade!
 
O que dizer, então, da questão sanitária? Valões, favelização acelerada, asfalto eleitoreiro que não resiste às primeiras gotas de chuva - e o verão nem chegou ainda.. - e intensa desordem urbana a contribuir para o crescente assoreamento e comprometimento do complexo lagunar, aumentando exponencialmente os riscos de endemia. 
 
Está aberta a temporada de dengue!

Começa a farra dos carros-pipa! 
 
Que beleza! O devaneio do marreco fala em uma cidade deslumbrante repleta de obras e intervenções de primeiro mundo enquanto nossa mundana vidinha esbarra com lixo às portas, assaltos, inéditos mendigos pelas praças fedorentas, ruas alagadas pela  irresponsável impermeabilização do solo sem a contrapartida de uma rede de coleta e tratamento de esgoto e de distribuição de água, apesar de dormir nas gavetas da Câmara um projeto sério para viabilizar a universalização desses serviços no município.
 
Ah! Quase me escapava a fantástica fábrica do transporte público municipal, criada com a frota de veículos vermelhos, sem um planejamento visível, sem rotas determinadas, início, meio ou fim detalhado, mas ruidosamente trombeteada como panacéia da mobilidade.

Imagino que a conta de combustíveis servidos no postinho dos companheiros vá engordar muuuuito! Será que agora funcionará aquele entreposto fantasma criado às margens da rodovia? Façam suas apostas!

Impressionado? Calma, há mais fantasias. Há o espetacular transporte aquaviário. É possível antever as embarcações atoladas nas lagoas ou enroscadas nas algas provenientes do despejo constante de esgoto in natura nos espelhos e cursos d'água. Ou será que virão "overcrafts" importados dos EUA ou da Inglaterra? (está aí uma idéia para um próximo especial da turma do funil...)
 
Sinceramente, fico desolado com a situação de Pinóquio. Pobre Gepeto... Diante da voracidade com que a politicalha vermelha ataca os cofres públicos, mente, nega, sonega, acoberta, mitifica bandidos e desmoraliza a justiça, Pinóquio hoje não passa de um reles amador...

domingo, 17 de novembro de 2013

FALTA O CHEFE...

A atitude séria, absolutamente legalista e avessa a qualquer tipo de filigrana jurídica que pudesse postergar ainda mais o andamento dos procedimentos da Suprema Corte, destacou novamente Joaquim Barbosa como símbolo ímpar de uma república que parece esfacelar-se sob a égide do mais corrupto dos partidos políticos da história brasileira.
 
Pode parecer pouco, mas trazer sob a justeza das leis um julgamento repleto de artifícios políticos e de pareceres eivados de ideologias de alguns pares cujos compromissos pessoais aparentam sobrepujar os códigos, é fato raro de imensa magnitude.
 
Joaquim Barbosa logrou alcançar, até agora, o que nos parecia impossível: conduzir pelo trilho do respeito às letras da lei e ao seu espírito a maioria de seus colegas de corte, a despeito dos esforços daqueles cujas cores já são mais que indisfarçáveis.
 
Fazia tempo, demasiado tempo, que a República Federativa do Brasil - ainda não consigo engolir esse nome... meu Brasil era menos vagabundo com sua identidade anterior, mesmo com todos os problemas de então - não comemorava a sua Proclamação com algum motivo de orgulho.
 
Ao menos desta feita foi bom ver bandidos - não há como usar outra denominação para essa turma - sendo encaminhados para a prisão, mesmo com seus colarinhos artificialmente brancos e ainda que contando com mais uma penca de expedientes capazes de livrá-los das grades mais breve do que mereceriam.
 
Bem que esse movimento de exceção capitaneado pelo nosso Batman poderia inspirar outras esferas menores do sistema judiciário a agir mais, digamos, republicanamente e conduzir outras personagens igualmente corruptas de conhecidos municípios para as mesmas celas, pois fatos, fotos, depoimentos e agravantes não faltam. O que falta é seriedade e celeridade no trato das inúmeras denúncias, dos mais impensáveis descalabros com a coisa pública e das notórias opções pelo abjeto, pelo descaso com a vida e pelo fisiologismo descarado das quadrilhas petistas e seus aliados.
 
Quem sabe agora, quando tantas vozes se erguem em defesa da ética e da dignidade tão bem representadas pelo único Presidente verdadeiramente respeitado e admirado nesse país, seja possível replicar mais figuras como Joaquim Barbosa e acreditar ser viável construir um outro Brasil? Talvez até mesmo fazendo dele Presidente do próprio país após afastar-se da Suprema Corte, porque não?
 
É evidente que há muita estrada a percorrer até que seja possível enxergar um Brasil mais protegido contra outros Dirceus,  Genoínos, Valérios, Lulas, Rosemarys ou Quaquás, mas o futuro é construído por ações contínuas, atitudes retas e compromisso permanente com ética, transparência e responsabilidade.
 
Cabe a nós, sociedade produtiva, ser o elemento transformador, ser aglutinador dos movimentos de modificação desse "status quo" através do exemplo que se impõe como formador de opinião em um país quase que totalmente tomado pela indigência cultural tão ao gosto dessa pelegada que aí está nos assaltando diuturnamente.
 
Cabe a nós, eleitores pensantes, aqueles que se distanciam do umbigo ao aproximar-se das urnas, impor uma nova forma de ser à essa massa disforme cujo despreparo nos tem condenado a uma dolorosa espiral de atrasos de toda ordem, a começar pela educação e pela saúde.
 
Exigir direitos, rejeitar as tutelas invasivas e discriminatórias como são as diversas cotas em detrimento dos méritos ou a obrigatoriedade do voto sob o disfarce de direito pleno, são um bom começo.
 
Abarrotar as redes sociais, as caixas postais eletrônicas, as conversas de botequim e as ruas com o nosso grito por decência, por vergonha na cara daqueles que prometeram nos representar, por transparência absoluta dos atos dos três poderes também renderá bons resultados, pois nada amedronta mais o ser político que a voz da sociedade quando expressa em alto som.
 
Desperta Brasil!
 
Falta prender o chefe!