quinta-feira, 29 de agosto de 2024

MUITA CARÊNCIA E POUCA VONTADE...

Por onde quer que se ande e com quem se fale pelas ruas e bairros de Maricá, o que escutamos são os mesmos lamentos e reclamações sôbre temas recorrentes, sempre colocando o partido que domina a cidade há 16 anos no olho do furacão por sua eterna opção pelo irrelevante ou pela malversação dos recursos. Resta, então, a pergunta que não cala: Se está assim, porque permanecem eleitos?

As respostas para tal contradição já abordamos aqui em postagem anterior (É hora de olhar para além do umbigo...) e, mais do que nunca, é preciso aprofundar essa discussão e pensar seriamente em mudar de atitude. 

Tendo em foco a única candidatura para a Prefeitura que, de fato, se opõe à atual sinecura, vamos decupar cada área que tem sido objeto de entrevistas e podcasts nos órgãos de imprensa de Maricá e jogar luzes nas idéias, propostas e soluções trazidas por Claudio Ramos e o Partido Novo para dar fim ao monopólio ideológico que aprisionou e amordaçou a sociedade maricaense por quase duas décadas trazendo pouco, muito pouco, no que tange às carências mais reclamadas, tanto quanto a total falta de vontade de enfrentá-las e solucioná-las de fato.

Saúde, Educação, Segurança, Infra-estrutura, Economia/Royalties, Transporte e Desenvolvimento/Oportunidades são os temas mais relevantes, mas nosso entendimento aponta para um item vital que emerge e que permeia quase todas áreas, especialmente a Saúde, a Educação e o Desenvolvimento, ainda que diretamente relacionado com a Infra-estrutura do município. 

O ponto em questão é o Saneamento e foi tratado com um especial cuidado pelo Gabinete do então Vereador Claudio Ramos no apagar das luzes de seu mandato, quando apresentou um projeto de lei para fazer de Maricá uma das raras cidades brasileiras com 100% de água e esgôto servido e tratado a partir do aporte de uma parcela fixa dos royalties por 4 anos. 

Sequer apreciado pela Câmara naquela oportunidade por, segundo o 1º Secretário na época, ser de autoria do Vereador Claudio Ramos, opositor feroz do prefeito e voz ativa na tribuna da casa, sua execução será um compromisso prioritário da administração Claudio Ramos, pondo fim a essa tragédia que assola não apenas Maricá, mas o Brasil.

Por sua extensão territorial e as características de ocupação de cada  área do município, as soluções a adotar têm, também, diferenças nas metodologias que serão aplicadas, mas todas convergindo para um resultado comum: reutilização das águas servidas direcionando-as para rega, descarga, lavagem, etc. e despejo limpo no leito de rios e lagoas.

Com quase 90% da coleta sendo tratada de forma natural e sem uso de energia e o restante com uso intensivo de placas foto-voltaicas e de geradores eólicos, o projeto é atento à preservação do meio ambiente e, na maioria das localidades, de simples implantação.

Sua conclusão irá repercutir diretamente nos números da Saúde pela redução de enfermidades da primeira infância assim como os índices da Educação com a melhora cognitiva dos alunos sem histórico de vírus e bactérias oriundos dos ambientes contaminados pelo descarte in natura de esgôto. Em decorrência disso - saúde e educação em viés de desempenho positivo - também os índices de desenvolvimento e IDH entram em rota crescimento, fazendo com que toda a economia local se beneficie.

Uma pena que o partido das trevas, há tantos anos instalado no poder municipal, tenha desperdiçado tempo e dinheiro sem qualquer resultado em uma área tão significativa pelo simples fato de que seu interêsse é manter a cidade refém de um clientelismo abjeto apesar de não faltarem recursos para sermos um município modelar sob todos os aspectos.

Agora pense, faça um passeio pelo passado e perceba o quanto nada mudou naquilo que mais lhe traria melhores condições de vida; seja honesto em sua avaliação e só então decida sua opção de voto. 

O amanhã promissor e seguro depende só de você... 

Vamos sair dessa armadilha vermelha e viver o novo?

terça-feira, 27 de agosto de 2024

O MOMENTO É CRÍTICO, O CENÁRIO PREOCUPA

 Vivemos tempos bastante perigosos às vésperas de mais um momento de decisão crucial para o futuro de nossa cidade. São já 16 anos sob a tutela de um grupo sem qualquer compromisso verdadeiro com o amanhã e um total descompromisso com o gigantesco volume de recursos que a cidade recebe e isso fica transparente quando olhamos para os quatro cantos do território maricaense. 

Ah... a cidade está linda, cuidada e o govêrno criou muitas coisas boas, dirão alguns iludidos ou desavisados que vêem em semáforos novos, meio-fio branco, hospital de cara nova, dezenas de pracinhas e outras maquiagens um sinal de boa administração.

Ora, é claro que tudo isso é interessante e positivo, mas há mais, demasiadamente mais, para ser observado a olho nu e perceber que há quase nada a comemorar, pelo contrário, o que temos à nossa frente é ruim e preocupante a ponto de colocar o futuro em risco sério de inviabilizar qualquer possibilidade de recuperação a curto ou médio prazo.

Contrastando com os milhões que entram e outros milhões que desaparecem em "obras" irrelevantes do ponto de vista estrutural e mesmo social, o que podemos ver à luz do dia são áreas inteiras sendo relegadas ao abandono absoluto há anos sob os mais diversos pretextos e explicações (isso quando há alguma) enquanto os moradores sofrem as conseqüências. Jacaroá é um exemplo gritante dessa triste situação de "esquecimento" e a razão alegada por alguns "iluminados" é ser o local um "feudo" de determinado político e portanto intocável sem sua direta interveniência! Haja estômago para digerir algo assim; lamentável é não ser caso isolado e o crescimento acelerado de favelização em diversos bairros, o aumento da mendicância, o acúmulo de denúncias e reclamações de assaltos a qualquer hora e outras mazelas demonstram que nem tudo são flôres no reino encantado petista...

A realidade é que já atingimos um estágio de estagnação estrutural de tal magnitude que estamos diante de uma encruzilhada perigosa: ou agimos agora e mudamos o padrão administrativo que nos trouxe até o quadro atual, ou estaremos condenados a permanecer vivendo essa ópera bufa que se reflete em segurança falsa, mobilidade urbana manca, uma profusão de assistencialismos vazios, desperdício de recursos (ou seria desvio mesmo?) e uma tragédia sanitária que se reflete diretamente na saúde, na educação e nos índices de IDH. 

Métodos, hábitos e idéias que são marca registrada de todo e qualquer governante alinhado com a esquerda - comunismo, socialismo, progressismo, ambientalismo seletivo, etc. - sempre resultaram, resultam e resultarão em miséria, falta de liberdade e sofrimento; os exemplos são fartos e explícitos ao longo da história da humanidade.

Resta saber se iremos permanecer mudos, inertes e conformados com essa situação de condenados ao atraso ou se despertaremos e faremos uso de nossa força como sociedade que, finalmente, começa a se mover, se interessar pelo que ocorre ao seu redor e decide mudar seu próprio destino com as armas de que dispõe, elegendo quem não comunga com o cenário obscuro em que vivemos. 

Os dois últimos pleitos nacionais já mostraram que a sociedade maricaense é conservadora, tradicional e despreza o ideário petista, resta agora reafirmar tudo isso em uma eleição regional e dizer basta a essa vermelhidão que inunda nossa Maricá.

sábado, 17 de agosto de 2024

É HORA DE OLHAR PARA ALÉM DO UMBIGO...

 Nos próximos quarenta dias nossa cidade irá viver e respirar aquela agitação tão conhecida e tão íntima do dia a dia do maricaense: a corrida eleitoral regional, quando todos e cada um de nós decidirá quem será o novo gestor de Maricá, bem como os que irão compor a Câmara.

Ao contrário de corridas passadas, esta vem revestida de características bem especiais, ainda que não se possa afirmar se boas ou ruins no cômputo geral. Por um lado, em razão das regras estabelecidas pelo TSE, muita coisa que em nada acrescentava, apenas alimentava antigos vícios, seguem banidas, tais como os comícios travestidos de show - o execrável "panis et circenses" - e outras, novas, vêm cercadas de muita desconfiança de nossa parte, posto que nos parece servir a uma obscura intenção de manter tudo como está e não permitir qualquer alteração no triste cenário político que desde sempre condena o brasileiro ao atraso.

Assim, salvo as prováveis - já ocorridas nos últimos pleitos - e bem suspeitas interferências das "autoridades" eleitorais inibindo esta ou aquela ação de candidatos de apenas um determinado espectro político, o que veremos será uma caminhada mais do nunca no universo digital; o mundo, hoje e cada vez mais, está nas mãos de cada cidadão, não importa sua condição social ou econômica, visto que há mais celulares que habitantes e em cada aparelho o acesso à informação é quase absoluto e instantâneo, pelo menos enquanto não houver o imoral "contrôle social da mídia" que a esquerda tanto almeja para calar as vozes discordantes de sua ideologia nefasta.

Entre as candidaturas que se apresentam para o cargo principal, salta aos olhos o nome do Dr. Claudio Ramos, há mais de década afastado da lide política, mas sempre muito ativo na vida da cidade. 

Sua presença na disputa é um bálsamo, um fio de esperança para que Maricá possa livrar-se dos grilhões dessa quadrilha que por tanto tempo tem feito da cidade um oásis de corrupção, malversação de recursos e conchavos de toda sorte que só nos mantém encurralados na falta de perspectivas.  

Resta saber, entretanto, até que ponto veremos o cidadão maricaense abandonar o velho vício de depositar seu voto local conforme suas próprias agendas e necessidades pessoais ou familiares, quando já sabemos que sua insatisfação e indignação com essa máfia petista mostra-se transparente já há algum tempo e isso torna-se patente ao olharmos para os resultados das recentes eleições majoritárias em que Maricá rejeitou o PT e seus puxadinhos dessa sopa de letrinhas que caracteriza os partidos políticos brasileiros, entregando às "mágicas" urnas seu apoio massivo a Jair Bolsonaro e afirmando de maneira inequívoca o quão conservador, liberal e voltado para a direita são seu pensamento e seu ideal de sociedade.

Particularmente já vivenciei tal fenômeno no passado. Vi de perto o apoio explícito e genuíno à candidatura de Claudio Ramos nas ruas de Maricá, sempre eivado de carinho, admiração e desejo de sucesso que transbordava em cada olhar, cada apêrto de mão, cada aceno ou buzinada por onde quer que passássemos durante as campanhas, mas que, embora pleno de sinceridade espiritual e até mesmo moral, nas urnas suas escolhas, na grande maioria dos casos, esbarrava em acôrdos pessoais, favores, necessidades individuais de ordem material, cessão de máquinas (o trator, o carro-pipa...) ou solução de algum entrave junto a órgãos municipais... 

Desta ou daquela forma, quase sempre o umbigo norteava seu voto, por mais que seu coração torcesse pelo candidato totalmente avêsso a essas práticas e tão afeito à ética, transparência e responsabilidade e à adoção da meritocracia como pilar de sua gestão. 

Hoje acredito que tenhamos chegado a um momento em que a rejeição a essa atmosfera de ilegalidades capitaneadas pela mais alta esfera do Judiciário e a indignação diante do caos social, econômico e moral que permeia nosso país nos permite pensar que é hora de olhar para além do umbigo e permitir que nós mesmos, nossos filhos, netos e amigos possam vislumbrar um futuro liberto de amarras ideológicas, censuras, violência e dessa condenação permanente ao atraso.

Vamos, Maricá, vamos nos unir e confirmar no pleito regional nossa rejeição a essa quadrilha das trevas e conduzir à Prefeitura quem sabemos caminhar no lado das virtudes da tradição judaico-cristã, dos valores éticos, da família e da probidade como modêlo de vida.

É tempo de mudança. 

quarta-feira, 14 de agosto de 2024

MAIS DO MESMO?

 Mais uma vez aproximam-se novas eleições, desta feita em âmbito regional e, apesar de manter-me silente por longos anos muito por conta de meu ceticismo quanto à eficácia do sistema eleitoral de nosso país, o estado calamitoso em que nos encontramos e que nos afunda cada vez mais em um pântano político, social, moral e econômico levou-me a, uma vez mais, deitar a pena no papel e externar minha visão do cenário atual em nossa cidade.

Maricá é uma cidade que desde sempre respira política ativamente, é parte da vida do maricaense e quem aqui se estabelece, seja residencial ou comercialmente, acaba incorporando tal espírito e abraçando essa catarse coletiva. 

Dito isto, é preciso sublinhar alguns pontos antes de entrar nos temas específicos que nos remetem ao título desta postagem. O primeiro é o fato de que, a despeito de sua inequívoca vocação para exercer  protagonismo na indústria do Turismo, a cidade segue pendurada nos cabides da administração pública e tem na Prefeitura seu maior ente empregador, o que acaba engessando a economia. Por outro lado, tal distorção funcional gera vícios comportamentais que se revelam nos pleitos regionais e desaparecem nos majoritários, quando aquelas candidaturas alinhadas com a corrente dominante local acabam sendo impiedosamente surradas nas urnas. Assim, o que aparenta ser uma contradição é, na verdade, a afirmação de que aquêle vício revela a natureza umbilical do voto maricaense que, longe de ser um vetor local, apenas confirma uma tendência característica das cidades menores no país, em que o eleitor tem suas convicções, mas as suas necessidades imediatas no ambiente em que se encontra acabam levando-o a sublevar razão e consciência para privilegiar carências, objetivos e propósitos pessoais ou familiares.

Alguém que venha a Maricá sem conhecê-la previamente pode até se encantar com o que vê ao redor das principais vias; há cuidado com a maquiagem no município: são faixas bem pintadas no asfalto, muitas luzes, praças por todo lado, "olhos de gato" sinalizando as rodovias, semáforos novos, etc., mas quem olhar com mais profundidade verá também que nada de estrutural foi de fato realizado, salvo o que serve ao lúdico "pão e circo" que inebria, aliena, amordaça e cega.

Maricá é uma festa, sempre há eventos maximizados, apesar de pouco relevantes, apoiados regiamente pelos órgãos municipais.

Pobre cidade milionária... 

Mais de década recebendo as generosas receitas advindas dos royalties do petróleo, mas sem que vejamos as mudanças que seriam mais que naturais de ocorrer com tamanha fartura. Muita iniciativa de propaganda, muito barulho; muita alegoria e pouca evolução, como diria um velho sambista...

Há pouco tempo vimos o alcaide aplaudir com orgulho sua criação do "Fundo Soberano". É boa a idéia, relevante. O que não é digno de qualquer comemoração é o total ali acumulado, mormente quando se sabe que, considerando-se um período de 10 anos com uma média acanhada de 2 bilhões/ano, em lugar de algo por volta de 1 bilhão - que é mais que ridículo - o Fundo poderia e deveria apresentar-se multiplicado por 10, pelo menos, visto que mazelas antigas seguem presentes e outras mais recentes têm surgido.

Diante disso e tendo em perspectiva a convulsão social que o país presencia, fruto de um quadro de insegurança jurídica pela atuação de uma suprema corte (sim, com minúsculas mesmo) eivada de inconstitucionalidades, devaneios e desmandos, somado a um (des)govêrno inepto, corrupto, perdulário e irresponsável que se formou à luz de condenados e apaniguados tão deslumbrados quanto desprovidos de qualquer qualificação para as posições que vieram a ocupar e, ainda, um cenário econômico falimentar, é de se esperar que tenha chegado a hora de o maricaense transferir para as urnas regionais a mesma indignação que tem demonstrado nas eleições majoritárias.

Chega de olhar para o próprio umbigo! 

Basta de pensar no imediato sem conseqüência! 

É tempo de assumir as rédeas de seu amanhã, de garantir a filhos e netos - se não a si mesmo - um futuro promissor, não uma imoral dependência que os mantém miseráveis social e economicamente.

É hora de varrer essa quadrilha vermelha de uma vez por todas de Maricá e de começar a plantar sementes de prosperidade, de real crescimento, para que possamos ao menos sonhar com o tempo da colheita que virá a seguir.

ACORDA MARICÁ!  

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

PT + ESQUERDA TUPINIQUIM = BRASIL ARRASADO (*)


Apesar de toda a verdade das linhas que seguem é fundamental que se tenha a total consciência de que, por mais que esteja em ruínas, a esquerda, o PT e seus inúmeros puxadinhos ainda permeiam todo o espectro social e estatal o país e somente a constante vigilância da sociedade, a manutenção dos movimentos de protesto e atos cívico- populares organizados, ordeiros e pautados pela ética, pelos valores morais e pelos princípios legais poderá ajudar o legítimo Governo Bolsonaro a reerguer nosso país.

O fim da pior geração de seres humanos a ocupar o poder no Brasil. Esquerda prosperou e morreu junto com Lula e o PT

O projeto de poder do PT fracassou. Fato. O projeto de poder do PT foi compartilhado por todos os partidos de esquerda do país. Todos eles prosperaram durante mais de uma década de corrupção comandada pelo PT. Eles não fracassaram. Quem fracassou foi o povo que depositou sua esperança na pior geração de seres humanos que já ocupou o poder no Brasil.

Após 13 anos no poder, os membros do partido não conseguiram criar condições sólidas de desenvolvimento para as camadas mais vulneráveis da sociedade. Os pobres continuam vivendo em condições precárias, seus filhos continuam tendo uma educação de péssima qualidade e vulneráveis a situações de exploração em todos  aspectos, seja na questão do subemprego, prostituição, criminalidade e narcotráfico.

Os pais também não conseguiram estabelecer uma base segura para sustentar suas famílias ao longo dos últimos treze anos.

O regime do PT foi todo baseado em esquemas de corrupção e favorecimento de grandes grupos empresariais. Um modelo  neo desenvolvimentista extrativista e até neocolonial amplamente baseado na cultura da propina. 

Ao povo mais humilde, coube apenas as migalhas. Em treze anos, o PT não realizou nenhuma das grandes reformas, como a agrária, a urbana, previdenciária ou trabalhista por um simples motivo: nunca se importaram com absolutamente nada disso.

Os governos do PT de Lula e Dilma surfaram na mais extraordinária onda de prosperidade mundial dura8nte quase uma década de commodities supervalorizadas no exterior e não souberam aproveitar os benefícios em prol da sociedade, com investimentos em infraestrutura, por exemplo. 

Sob o comando de Lula, o Brasil enterrou mais U$ 500 bilhões em empresas simpáticas conhecidas como “campeões nacionais” como empresas de telefonia, cerveja, carne e empreiteiras. Praticamente todas os “campeões nacionais” do PT faliram ou deram um belo calote no BNDES.

Sob o comando de Dilma, o Brasil Concedeu benefícios extraordinários para empresários e lá se foram outros cerca de R$ 500 bilhões. Uma verdadeira fortuna simplesmente evaporou sob a forma de incentivos fiscais para o setor automotivo, empresas de eletrodomésticos e afins. Tudo isso sem nenhuma contrapartida social como a geração de empregos. Os empresários lucraram vendendo mais, os bancos lucraram emprestando mais dinheiro e o pobre se endividou, ficou com o nome sujo, muitos tiveram que devolver os bens que compraram e o governo arrecadou menos R$ 500 bilhões que deixaram de ser investidos justamente em favor dos mais pobres, em áreas como a saúde, segurança e educação.

As maquiagens nas contas públicas através da tal da 'contabilidade criativa' que resultou no episódio das pedaladas fiscais aprofundaram a crise econômica no país. O Brasil foi rebaixado pelas maiores agências de classificação de risco do mundo, perto de 2 milhões de empresas faliram entre 2014 e o final do governo Dilma e 12 milhões de chefes de família ficaram sem emprego.

Não bastassem os erros no campo econômico e político, a malversação do dinheiro público e o favorecimento de grandes grupos econômicos em detrimento dos pequenos empresários, o PT roubou como se o mundo fosse acabar amanhã.

Até praticamente ontem, toda a esquerda brasileira defendeu os governos e membros do PT que criaram uma verdadeira organização criminosa para assaltar a Petrobras, o BNDES, os fundos de pensão das estatais e até mesmo os servidores aposentados endividados que contraíram empréstimos consignados nos últimos cinco anos.

Toda a esquerda brasileira ficou ao lado de Lula, Dilma e contra o juiz Sérgio Moro e a Operação Lava Jato, que conseguiu recuperar nada menos que R$ 3.6 bilhões do dinheiro que o PT ajudou a roubar dos cofres públicos.

Neste momento, boa parte da esquerda tenta se desvencilhar de tudo isso. 

Querem tentar fazer parecer que não foram coniventes com todos estes erros ao longo dos últimos treze anos, que não estiveram aliados ao lixo da história do país e que não estão todos na fotografia da terra arrasada que deixaram.

Tarde demais para todos. 

A verdadeira cara de toda e qualquer iniciativa das esquerdas de qualquer época ou país na história, a face lavada e sem a maquiagem das ilusões e propagandas dos regimes comunistas/socialistas é tenebrosa, maligna, homicida e corrupta. 

A velha e manipulada imprensa está moribunda, agoniza e vem sendo desmascarada pela vitalidade das redes sociais e dos smartphones, essa máquina infernal que magnetiza o mundo com a onipresença do velho rádio e a força indefensável das imagens, é a comunicação instantânea que viraliza um fato e o torna irreversível em pouca horas.

Mais do que nunca a verdade liberta.

(em colaboração com Imprensa Viva


sexta-feira, 19 de julho de 2019

O SOL BRILHA POR TRÁS DA PENEIRA

     Pouco a pouco, apesar das cortinas de fumaça que a mídia canhestra segue espalhando e das notícias que insiste em ignorar, o primeiro governo de direita do país desde o golpe que afastou D. Pedro II e destituiu a Monarquia vem empilhando atos e fatos para recuperar o Estado.
    
     Após alguns pequenos solavancos de arrumação, coisa natural quando se inicia um processo de depuração em um ambiente eivado de desvios de conduta, lacunas morais, corrupção e altas doses de ideologização em nível de metástase, já são perceptíveis a olho nu os sinais de remissão do câncer em todas as áreas tratadas de forma intensiva com ética, meritocracia, valores sólidos e transparência aguda, a despeito do barulho dos desmamados.

     À sombra dos holofotes travados sobre as negociações da Previdência, o Brasil vai sendo decupado e pontualmente corrigido a partir de análise, diagnóstico, planejamento e tratamento homeopático, sempre com a utilização de ferramentas de avaliação permanente e ajuste dos processos - os solavancos citados - sob o silêncio hipócrita dos dependentes corrompidos da mídia, todos em choque de abstinência.

     A começar pelas FFAA dando suporte e até assumindo integralmente obras de recuperação e implantação da infra-estrutura no interior do país, desfazendo gargalos e retomando ações interrompidas pela má-fé, pelos desvios de verba e pelo descaso intencional que sempre manteve nosso povo refém de uma tutela perversa, um verdadeiro tsunami de ações teve início.

     As inúmeras estatais vêm sendo enxugadas e preparadas para a maior onda de privatizações já vista, ao mesmo tempo em que outras irão ser extintas por sua total inutilidade como é o caso da (ir)responsável pelo "trem-bala" que nem projeto executivo produziu, mas consumia milhões mensalmente. Só para citar um exemplo, a Petrobrás já reduziu 12.000 funcionários de seu quadro e ainda sairão mais 10 a 12.000 nos próximos 360 dias, preparando sua privatização, sem contar a venda da ponta de varejo de combustíveis e outras periféricas.

     Ainda na área da Infra-Estrutura, mais de 20 leilões já foram realizados e outros tantos estão agendados para os próximos meses, todos ocorridos com enorme sucesso e garantindo o crescimento acelerado da conectividade em nosso gigantesco território, em especial no tocante ao escoamento da produção agrícola. Neste aspecto, inclusive, no decurso deste mesmo ano acelera-se a retomada da ferrovia Norte-Sul há tanto interrompida e já com leilões dentro da programação do setor para a necessária mudança no modal de transporte de riquezas do país e conseqüente redução do "custo Brasil". 

     O Ministro Paulo Guedes tem pronto o mais extenso e minucioso plano de reforma tributária de nossa história, preparando o país para a urgente redução do chamado "custo Brasil" que, somada à radical desburocratização dos processos de abertura/fechamento de empresas, à simplificação e redução de taxas, impostos e outros gravames que penalizam aqueles que produzem e às mudanças imprescindíveis na engessada legislação trabalhista brasileira, sinaliza ao mundo que o ambiente de negócios mudou, que a maior nação do hemisfério sul está se abrindo depois de mais de 100 anos de blindagem ideológica e corrupção quase endêmica.

     Este espaço é pequeno para listar um a um todos os pontos de mudança por que passa o Brasil, em que pese o ensurdecedor silêncio da pseudo imprensa tão "militonta" quanto mal-intencionada e cooptada, mas para quem freqüenta as mídias virtuais, acompanha os pronunciamentos do Presidente e de seus principais assessores e assiste as participações de seus Ministros nos diversos eventos promovidos pela sociedade que produz e movimenta nossa economia, as mudanças já são palpáveis e podem ser sentidas.

     Há muito o que fazer para desconstruir o maior esquema de corrupção e alienamento moral - já definido como "o mecanismo" - que se tem notícia neste planeta, mas este é um Presidente comprometido com o Brasil e com aqueles valores que caracterizam as grandes sociedades civilizadas da história mundial.

     A gritaria de uma minoria barulhenta e aferrada às benesses do esquema ora em acelerado desmonte, também definida como "os desmamados" é fruto da dor aguda que seus bolsos vazios fazem sentir; se analisarmos os números atuais da verba publicitária do Governo, em todas as áreas, comparados com os anteriores dos últimos 14 anos, por exemplo, fica fácil de entender a falta de vergonha da mídia tradicional em atacar, vilipendiar, caluniar e mentir de forma descarada e diária na tentativa de derrubar um Presidente legitimado nas urnas (apesar de sua flagrante manipulação, pois não se pode esquecer o que houve na apuração para reduzir a acachapante diferença até chegarem a totais que permitissem aos vencidos o discurso falso de país dividido) e aclamado por onde quer que passe dentro e fora do país. O corte de verba foi abissal, saiu de bilhões para traço e isso tem asfixiado a turma da teta fácil...

     Mais de 100 anos de "repúblicas" se passaram e, finalmente, a luz do sol volta a brilhar por trás da peneira ideológica, imoral  e amoral com que tentam eclipsar o vigor de sua força e calar a voz das ruas que após sono profundo desperta e exige ser ouvida.

     Hoje, sob a égide da nossa bandeira verde e amarela e as bênçãos de Deus, vivemos novos tempos, percebemos novos rumos e sentimos que o futuro enfim está em nossas mãos. 

    



    
 

terça-feira, 7 de maio de 2019

BRAZIL COM Z, QUANTA SAUDADE...

Na infância de meu pai, Brazil escrevia-se assim, com Z, da mesma forma como até hoje é escrito em diversos outros idiomas; talvez seja por isso que em tantos países sejamos vistos com olhos tão curiosos quanto benevolentes.

Naquele tempo éramos uma nação que abraçava os valores mais nobres em sua formação de sociedade, que despontava com pioneirismo na implantação de sistemas de saneamento, iluminação urbana, malha férrea de transporte, pesquisa científica e intercâmbio cultural com o melhor do mundo acadêmico.

De repente, os Estados Unidos do Brazil tornaram-se Estados Unidos do Brasil e, mais tarde, em mais uma nova república, Ernesto Geisel resolveu que seríamos a República Federativa do Brasil, talvez influenciado por suas raízes germânicas.

De Brazil até Brasil, as perdas foram se acumulando por todos os lados. Olhando para trás, percebemos o abismo que se abriu entre aquele promissor país - com "Z" - de Pedro II, Barão de Mauá, Rui Barbosa, Santos Dumont, Adolpho Lutz e outras mentes luminosas e este Brasil mais recente de nomes que não merecem sequer uma breve citação, mas cuja herança perversa se faz onipresente em cada detalhe de nossa agonizante sociedade.

Assim, por vezes em doses homeopáticas e por outras em mirabolantes planos "geniais" que rotineiramente dão em água, foram sendo destruídas as bases da educação, a economia, os valores morais da sociedade, o conceito de cidadania e cada um dos pilares que permitem edificar um país decente.

Foi por esses (des)caminhos que um câncer chamado Paulo Freire tornou-se inquestionável e desmontou a educação de base, que a economia fechou-se de tal maneira que nos condenou a mais de cinquenta anos de atraso frente ao mundo civilizado, que nossa juventude passou a ser conhecida por "nem-nem" (nem trabalha, nem estuda, nem se preocupa com isso), que o crime banalizou-se e ocupou o espaço que deveria ser do Estado e, no saldo perverso deste conjunto tão anacrônico quanto estúpido, o caos permeia o tecido social urbano de norte a sul do país.

O resultado se escancara nos índices africanos que refletem várias tragédias, desde a sanitária que revela menos de 50% dos domicílios brasileiros dotados de abastecimento de água e coleta de esgoto, e esses números são ainda mais devastadores quando demonstram que pouco mais de 30% têm agregado o tratamento do esgoto, passando pela tragédia da saúde pública, pelo gigantesco descompasso nas áreas de P&D e capacidade industrial, terminando por coroar esse quadro de nuances turvas com a tragédia moral patrocinada pela adoção plena do decálogo de Gramsci que vem condenando gerações da mesma forma que o socialismo/comunismo das versões de Marx, Lênin e outros ceifou milhões ao longo da história da humanidade.

Tomara que nesse tempo das liberdades indomáveis que ora subvertem o sistema e fazem, através da revolução das mídias sociais, o desmonte daquele status quo sustentado pelas grandes redes de comunicação, tenha início uma nova era em que são resgatados os valores morais desconstruídos ao longo de décadas e, com o novo governo pautando suas metas no pensamento liberal, conservador, fiel aos conceitos da meritocracia e da transparência, torne possível voltar a vislumbrar e construir o futuro que nos prometia aquele Brazil com Z...